Buenas Amigos!
Foi feita a Uruguai Expedition! A epopéia, como disseram.
Já tinha até dito que havia desistido da viagem, pois iríamos só em 2, quando eu gostaria de ir em grupo, mas reavaliei minha decisão e acreditei ser uma grande oportunidade de conhecer o Uruguai, já que eu estava pertinho e logo, logo me mudarei um pouco mais para longe.
Sábia decisão. A viagem foi espetacular. A maneira com que ela ocorreu, também, onde o Kbça (Rodrigo Stella, de Porto Alegre, companheiro de viagem) e eu chegávamos quase sempre na mesma conclusão quanto ao que visitar, aonde ir, etc.
Depois do Amigos do Debate darem as dicas:
1) Levem cartão internacional para emergência,
2) Habilitem o celular para o Roam Internacional
Eis o que consegui.
1) Cartão internacional tinha que pagar, não deu.
2) Esqueci de habilitar o celular, não deu.
O estilo adotado foi o do Gentalha’s, ou seja, viajar bem, não economizar para conhecer o local, mas economizar o máximo possível em luxúria. Tentaríamos ficar em hotel, mas o mais barato. Comprar lembranças, mas as mais baratas, comer do modo mais barato (e isso deu pano pra manga....) e não voltar na viagem, sempre seguir pra frente.
Saímos de Canguçu rumo a Montevidéu, passando por Pelotas, Jaguarão, Trinta y Tres e chegando ao destino. Foram 600km aproximadamente, que fizemos em 13 horas, pois passeamos, curtindo os quilômetros e registrando tudo.
Em Jaguarão, paramos para fazer a carta verde, para podermos rodar de moto por lá. Foram 53 reais para 7 dias. Já do outro lado da fronteira, paramos para trocar uns realzitos por pesos uruguaios e logo depois para realizar la Imigracion. Contentes por ter toda a grana na mão (100 reais deu 1120 pesos) fomos num posto de gasolina gastar! Compramos umas bolachas, mapas e tomamos uns refrigerantes. E toca viagem. Umas retas intermináveis, um sorriso que ia de orelha a orelha, um olhava pro outro e se via, por dentro do capacete, que quicávamos de alegria!
Em Trinta y Três, depois de umas 3 horas andando, paramos para almoçar. Achamos uma única bodega. Queríamos comer e não sabíamos como pedir, o cara falava muito rápido. No fim das contas, entendemos a palavra “milanesa com papas fritas” e dissemos “si si!!!” 240 pesos, com uma coca litro. Em torno de 23 reais. O lugar, um verdadeiro muquifo, até com esgoto escorrendo pela rua. Mas tava bom, barbaridade! E dá-lhe trova com os outros que ali almoçavam também. Tentativa, quer dizer. Kbça até falava um portunhol, mas era mais ridículo (kkkkkkk) do que falar em Português mesmo.
Saímos as 7 horas de casa e chegamos ao centro de Montevídeu as 20 horas. Bem, pelo menos chegamos ao que parecia ser o centro (era sim, mas o centro da cidade velha, o lugar com mais pontos turísticos de Montevidéo, demos sorte). Largamos as motos por ali, encantados ainda com o visual. Um cuidou das bagagens e o outro foi procurar hotel. Loucura total, ir procurar hotel as 8 da noite em plena alta temporada. Pois é. Achamos um de 45 dólares bem ao lado de onde estávamos, mas estava lotado. Olhamos mais uns 4 ou 5, até que apareceu um picareta com vários folhetos oferecendo hotel. Já eram quase 21:30 e de tanto procurar, acabamos aceitando o Hotel Hispano, por 62 dólares com desayuno (café da manhã), ar condicionado e garagem (que no outro dia cobraram mais 2 dólares por ser 2 veículos e não um só). O picareta ajudou a achar o hotel, levou as malas, garganteou e, claro, pediu “la plata”. Dei 2 pesos e o cara me xingou. Ainda estava acostumado com os reais. Ai o Kbça deu mais uns trocos pra ele e ficou tudo certo.
Largamos as coisas no hotel e fomos procurar uma ceva gelada. Passeamos na cidade, tudo novidade, a sensação é muito legal. Tiramos umas fotos, demos risadas de alegria e paramos num restaurante. Pedimos o cardápio, mas não entendíamos nada, só “papas fritas”. Então ta, “dá uma papa fritas e 2 chopps!” Fotos, risadas, terminamos o chopp, pagamos em pesos e carcamos fora. Andamos mais um pouco, outro restaurante bonito e... Vê dois chopps! Matamos mais 2. Maravilha! Ali já começamos a se bobear, falando “por favoire”, “gracias” e puxando um pouco mais as sílabas pra ficar com sotaque!
A cidade começou a ficar vazia, então ficamos meio receosos e fomos para o hotel deitar o cabelo, estávamos muito cansados da viagem, mas o corpo não denunciava devido a alegria. De repente, veio um loucão e gritou na nossa frente: “Obaaa, oba!! És meu aniversário!! Um diñeiro para a maconha!!!” Ficamos meio apavorados, dissemos “no no”, como se fôssemos dali e apressamos o passo. Uns 5 segundos depois caímos na risada!
Fomos ao hotel dormir. O ar condicionado já ligado, um espetáculo. Eu durmo rápido, geralmente em 2 minutos já perco a consciência. Não lembro de ter ficado nem 5 segundos acordado.
No outro dia, dia 25 de janeiro, acordamos pelas 8 da manhã e fomos ter o desayuno. E foi no modo Gentalha, já que no dia 24 só rolou o bife a milanesa mesmo e a papa fritas. Nos entupimos de pão, queijo, presunto, yogurte, café.
Fizemos o check out no hotel (não sem antes levar os sabonetinhos e os shampoos), deixamos nossa bagagem numa salinha e fomos passear a pé no centro histórico de Montevidéu. Muitas praças, muitos monumentos, palácio da presidência e tudo mais, muito bonito. O centro é muito parecido com o de Porto Alegre. Fomos ao Mercado Del Pueblo, tipo Mercado Público só que mais chique (pareceu, ao menos). Tentamos ir ao Museu do Carnaval, estava fechado (ainda bem, pois depois pensamos: “Se quiséssemos carnaval ficaríamos no Brasil e além do mais, nem gostamos de carnaval mesmo”), passeamos numas lojinhas, no porto e nada mais. Tomamos uma coca cola gelada que custou uns 50 pesos.
Fomos ao estacionamento e pegamos as motos, fomos ao hotel e colocamos a bagagem e bora rodar!
Pose em Homenagem ao @migo Rauber!
Era aproximadamente 13 horas e passamos de moto pelo litoral de Montevidéo, esse sim “muy lindo”. Espetáculo. Várias paradas para fotos e quicadas de alegria e risadas! Um sol de rachar! Ficamos que nem uns loucos na rua correndo e gritando “Estamos em Montevidéeeeeeeeu!”
Próximo destino: Piriápolis, chegando no meio da tarde, passar a noite, no outro dia passear. Rodamos uns 180 km.
Chegando lá, gostamos do lugar. Prainha tranqüila com bastante movimento, legal. Fomos procurar hotel. Procuramos nuns 8, e nada de achar coisa barata. Havia alguns de 35, 45 dólares, mas todos lotados. O mais barato disponível custava 80 dólares. Aí pensamos: “Se gastarmos 160 reais hoje, amanhã em Punta Del Leste não vamos nem conseguir respirar”.
Foi aí que fomos parar num camping. 125 pesos, coisa de 12 reais. Foi a primeira vez que acampei de verdade, a primeira vez que montei a barraca sozinho (barraca pra dormir ok?). Fiquei orgulhoso, ela nem caiu. E fiz em menos de 1 hora. Nem escolhemos muito o lugar, foi logo ali na entrada ao lado do segurança (pois as motos também iam ficar ali).
Então largamos as coisas nas barracas e fomos passear a pé, tomar banho de mar (a água é muito, mas muito fria), tomar uma Patrícia.
Basicamente ficamos na orla olhando o movimento, já que não se tinha muita coisa pra visitar lá (depois que avisaram que tinha um teleférico, mas acredito que não iríamos igual. Gentalhas, lembram?).
Perto das 7 da noite, fomos a um restaurante comer algo. Pedimos o famoso Chivitos Canadense, que nada mais é que um X-Salada nosso com batata frita, além de uma coca e uma Patrícia. Delícia! Preço e tamanho dignos de Mc Donalds. Lembrando que essa foi nossa primeira e única refeição quase descente do dia. De novo.
Fomos ao camping, usamos a net “um poquito” e cama. Ou melhor, saco de dormir. Acredito que um lençol seria mais confortável que essa porcaria desse saco de dormir.
E mesmo cansado, demorei a dormir, pensando na maravilha da viagem. Quando finalmente peguei no sono, os seguranças se reuniram para contar causos e dar risadas. Bah, nos lascamos com a nossa escolha de lugar.
O “menos pior” é que não estava quente, estava até agradável na barraca. Mas tudo pode piorar não é mesmo?
“Si, como no?” Chuva.
E nós ali, na barraca, torcendo para não alagar ao redor, pois não tínhamos feito valetas nem nada parecido. Mas foi pouca chuva, porém o suficiente para umidecer toda a barraca e molhar as coisas.
Achamos um lugar com café da manhã, 20 reais, livre. E foi ali mesmo, a beira do mar, um café gostoso. Comemos de nos empanturrar, para precisar comer novamente só a noite.
Ainda de manhã fui procurar um adaptador para carregar a máquina digital. Dica pra galera: Não esqueçam de levar esse adaptador de tomada para câmeras e celulares.
E seguimos rumo a Punta Del Leste! Mais 40 km de asfalto, bem pertinho. Paramos para ver a vista, para colar uns adesivos, admirar toda a orla e mandamos ver cidade adentro.
Foi então que encontrei uma casinha de “Informaciones”. Dessa vez, pensei, não vamos ficar rodando, vamos pedir um hotel ali. Entrei, pedi um hotel “muy barato”. A Senhora começou a ligar pros hotéis e anotando no caderninho... “Ôla, Si, si, no, no, twin, una notche, garagem... 175 dólares, gracias”. Aí que eu pensei: “Já era... camping de novo”. Ligou pra outro, 130 dólares, e outro 120 dólares. Aí olhei pro Kbça e ele pra mim e dissemos quase juntos: “Bora!”
A atendente ainda falou: “Com ventilador é 110 dólares, com ‘aire’ é 120. Tiene piscina!”. E nós, com a clássica “o que é um peido pra quem ta cagado” falamos em uníssono “o de 120!”. Ela então pegou o telefone e agendou a diária. Aí ela falou: “Necessito de um sinal de 50%”. Tirei 120 reais da carteira e dei pra ela o dinheiro. Ela: “no no, dólar ou pesos”. Aí começamos a catar grana e moeda por tudo que era bolso, mochila, mala e tudo mais. Achamos 300 pesos, ou seja, 30 reais. Ela ainda falou: “És muy poco, muy poco, tsc tsc...” E nós ali nervosos, já tinha uma fila atrás de nós. Ai falamos que íamos procurar um câmbio e ela disse (não sem antes fazer uma cara de nojinho dos gentalhas): “Espere um poco”, ligou pro hotel e então o hotel aceitou ser assim.
Despachamos as malas no quarto, não era longe dali, nos bobeamos com as taças de champanhe do frigobar (sim, colocamos água da torneira do banheiro) e fomos tomar banho de piscina. Si, piscina térmica. Gentalha mas com estilo né?
E fomos rodar de moto. Andamos toda Punta, nas penínsulas, na “Mão” (que eu gentilmente perguntei “ondie fica La mona? ” = mão no meu portunhol). Depois, uma casa de câmbio comprar dólar para pagar o hotel e voltamos. Fotos e mais fotos.
O tempo tava meio chove-não-molha ainda, o que era ótimo para rodar na cidade, fazer compras e tudo mais. Passeamos também no Shopping, que não é tão grande como poderia se imaginar. De saco cheio e bunda doída, fomos para o hotel tomar banho de piscina. Ficamos por lá um tempo, assistimos TV (lá pega a rede TV, tava dando do caso Mércia... era só o que faltava, sair do Brasil pra ver Rede TV). Bateu a fome, fui buscar (eDeMoto!) um refri de laranja, uma papas fritas lays 400g e uma barra de chocolate e aí ficamos naquela: “o que fazer agora?”
Pegamos as motos e fomos rodar de novo. Olhamos para o céu e tinha aberto o tempo justamente onde era o pôr do sol, mas havíamos perdido, só dava pra ver aquela claridade das nuvens. Paciência, fica pra uma próxima. Fomos, então, para o “início” de Punta, conhecer Punta Ballena, tirar fotos nessa península e conhecer a casa estilo grego, que na verdade é uma exposição de quadros de um artista que não interessou quem era. Fomos mesmo assim e daqui a pouco tinha que pagar. Demos meia volta e tchau.
Paramos num posto, colamos adesivos, fotos, etc. E quando fui sair da bomba de gasolina, bati o start e a moto não pegou. Fia da mãe. A Yamaha estragou primeiro. Bosta. Bati o botão, fiquei tentando um pouco, aí veio outro carro atrás, já fui empurrando a moto pro canto, cara de preocupação de nós dois... Comecei a apertar os fiozinhos da ignição, os fiozinhos do pezinho e Rá! Era a primeira engatada e eu não apertei a embreagem. Que susto. Apertei a embreagem e vrummmmm!!!
Aí rodamos e fomos para o outro lado de punta – andamos 24 kilometros pela orla, até chegarmos em “La Barra”, com a famosa ponte. Conversa vai e vem com uns uruguaios de lá e de repente o Kbça grita: “CARA***, OLHA O SOOOOLLLLLLL, AINDA TÁ NO CÉU!!!” (como se o sol alguma vez não estivesse no céu... E no mais, “Caral***, olha o sol”.... O Uruguaio deve ter pensado que meu nome era Cara***) (*** Perdão pelas palavras, mas não consegui relatar a cena de modo diferente!)
Pegamos as motos e modo vader on cruzando o centro da cidade. 100, 110, loucura total e costurando o trânsito. Não queríamos perder o pôr do sol de jeito nenhum. Andamos 8km e conseguimos chegar até um restaurante para ver o bendito pôr do sol. Paramos as motos de qualquer jeito do outro lado da rotunda (rótula), pois o sinal estava fechado pra nós e seguimos pelo meio dos carros a pé.
E digo-lhes: Valeu a pena. É bonito mesmo. . Deu uns 4 minutos de espetáculo, chegamos em cima do laço. Já que estávamos ali, aproveitamos para a primeira e única refeição do dia. Pedimos o cardápio e havia peixes a 760 pesos, mariscos a 800 e tantos... “Por favoire, una cerveja (falando ‘cervessa’, claro) Zillertal e una papa fritas”. Mais uma, a beira do mar, ainda assistindo o espetáculo da natureza!
E fomos ao hotel. Engraçado que a gente só sabia chegar no hotel pela contramão! Ah, que se lasque, os uruguaios andam na contra mão o tempo todo, nós tb podemos não? Kbça foi pro quarto, eu fui tomar mais um banho de piscina. Depois, ficamos ali olhando os mapas, as fotos (agora tínhamos carregador!) e planejando o outro dia.
A conclusão que chegamos é que se tiver camping na próxima parada (que nem sabíamos qual ainda) ficávamos mais um dia, senão íamos embora. Estávamos terminando com o nosso dinheiro, esse hotel em Punta comeu tudo. Mas valeu a pena demais.
No outro dia, acordamos pelas 8 da matina, enchemos a pança no café da manhã, como sempre, e conversamos sobre pra onde ir. Conclusão: Bora. Se o tal do Forte Santa Tereza fosse perto, entrávamos lá para ver, senão íamos embora ao mesmo dia. Fomos lá no quarto buscar as coisas (não sem antes levar os sabonetinhos e os shampoos).
Feito isso, passeamos devagarito por Punta pela enésima vez e seguimos viagem para o Brasil.
Reparem como estava tudo seco, exceto os gramados molhados diariamente
Viagem tranqüila. De repente o Kbça olha um forte e era o bendito, ali, à 300 metros do asfalto. Passamos por lá, visitamos por uns 45 minutos e seguimos viagem. Custava 20 pesos, ou seja, a gente podia bancar! "Tamo podendo!" (lembrando aos brasileiros que isso é 2 reais)
Já no Chuí - Brasil, 245km depois de Punta, fomos em Santa Vitória do Palmar comer alguma coisa. Matamos um Pingo de Ouro e uma Coca Cola.
Não demos saída na aduana, achamos que era besteira, mas a irmã do Kbça vai fazer isso pra nós lá semana que vem.
E segue nesse Taim reto que só vendo por 310 km. Então, Canguçu a Punta são 555km. Chegamos em Canguçu pelas 19 horas, pelo que lembro. Graças ao 3º Churrallende, sobrou umas Skol na geladeira que matamos na hora, com direito a banho de cerveja no Kbça. Comemoramos de dar risada, são e salvos, sem nenhum susto, nenhum problema técnico nem cultural nem nada disso.
Em nenhum momento pilotamos e ingerimos bebidas alcóolicas, só para registrar.
Fomos na cidade (de carro né? Corpito não agüentava mais) comprar um X-Coração e voltamos para olhar as fotos no PC.
Os custos foram de aproximadamente 650 reais com tudo (comida – pouca, hotel/camping, gasolina, lembranças, carta verde, etc). Muito bom para 4 dias viajando. 1442 quilômetros rodados. Kbça fez mais, pois saiu de Porto Alegre.
Não nos arrependemos de nada, nem de ter feito nem de não ter feito. Kbça foi um baita parceiro de viagem (só precisa aprender a desligar o pisca – acho que pedi pra ele desligar umas 200 vezes – e olha que era só reta).
No mais, agradecemos todo o apoio, as dicas, os presentes, as ajudas de custo, a paciência, a preocupação de todos os amigos do M@D-RS. Vcs foram 10! A dica de levar roupas/cuecas/meias para jogar fora nos dias que vão passando foi muito boa, mas as cuecas mais velhas são as mais gostosas, deu uma peninha.... Trouxe quase tudo de volta!
Enfim, perfeito. Que venha a Chile Expedition!
Ab, Allende
Ao longo dos dias, farei mais um ou dois posts com fotos! Foram aproximadamente 950 fotos, que selecionadas se transformaram em 700 aproveitáveis!
3 comentários:
Bixo, espetáculo!!! Abração!
patiniti
Que maravilhaaaaaaaa! Que showwwwwwww! Sem sombra de dúvida um passeio inesquecível!!! Fará parte de tuas lembranças até o fim da tua vida!!!!!! Fico feliz por vcs terem essa oportunidade! Continue escrevendo e postando fotos! Bjos, Liane
Adorei as fotos, teu relato, teu passeio........ bjs
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